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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Soberbo artigo do prof. Rodrigo Oliveira



LULA ERROU


Artigo de Rodrigo Perez Oliveira, professor de Teoria da História da Universidade Federal da Bahia
Não dá mais pra tampar o sol com peneira, negar o óbvio, defender o indefensável: Lula errou, errou feio e vai pagar por isso. Cansei de ficar fazendo malabarismo retórico na internet, defendendo quem tá errado.
Paciência é aquele tipo de coisa que tem limite. Errou tem que pagar. Simples assim.
Não é fácil admitir. Conto quase 32 anos. Votei pela primeira vez aos 16, em Lula. É óbvio!
Durante a metade desses 32 anos de vida, olhei para o governo federal e vi o partido dos trabalhadores lá, tocando o projeto político que me formou.
É que sou da geração REUNI, entendem? Me formei como professor e intelectual, da graduação ao doutorado, na universidade pública administrada pelos governos petistas. Todo aquele papo que vocês já conhecem: primeiro universitário da família, e blá, blá blá.
Trabalhei e estudei muito, muito mesmo. Mas tenho certeza, absoluta certeza, de que não chegaria aqui sem as políticas públicas petistas. Sou um entusiasta da ideia de mérito, pois uma sociedade que não se fundamenta no mérito acaba se transformando no império dos privilégios.
Não podemos entregar a ideia de “mérito” numa bandeja de prata para a direita. Precisamos disputar essa narrativa, e reconhecer que toda a ascensão social da última década se explica pelo encontro virtuoso entre mérito e política pública.
Não foi só mérito. Não foi só política pública. É o encontro entre os dois.
Confesso que é muito difícil pensar o governo federal brasileiro sem o Partido dos Trabalhadores, sem as inaugurações das unidades do Minha Casa Minha Vida. É triste.
Mas o tempo passa, e na medida em que os governos petistas vão cada vez mais se transformando em ausência, vou conseguindo ter uma leitura mais sóbria disso tudo.
E como a sobriedade é o terreno da crítica, cá está a minha crítica ao PT e a Lula. O grande erro do PT foi o grande erro de Lula, pois já há algum tempo, Lula é maior que o PT.
Foi um erro conceitual. Foi um erro de percepção de mundo, de compreensão do que é o Brasil. Justo Lula, tão sagaz, tão sensível para o entendimento da realidade brasileira. Ele errou e errou feio.
Explico.
É que algumas ideias circulam como o ar, entendem?
Algumas ideias estão em todos os lugares, configurando nossos sentidos, mediando nossa relação com o mundo. Se quiserem, podem chamar isso de “senso comum”. A gente nem sabe de onde a ideia veio e por que pensa assim. Mas pensa. É algo tão profundo que se torna quase uma natureza.
O erro de Lula tá aí. Talvez nem dê pra chamar de erro.
Não! Vou chamar de erro sim! Não vou aliviar o sapo barbudo. Não dessa vez! Tô nem aí. Chega! Perdi a paciência! Lula é culpado!
Lula naturalizou uma das principais narrativas de fundação do Brasil, exatamente aquela que define nossas elites como “cordiais”, “paternais”.
Nossos senhores de escravo seriam mais generosos. Por aqui, o racismo teria sido mais brando. Nossos patrões seriam mais bondosos. Nossa Casa Grande seria a morada não apenas da opressão, mas também do cuidado, da proteção.
O mito da cordialidade senhorial brasileira é tão forte, mas tão forte, que, de alguma forma, ele se faz presente em todos nós, prefigura a forma como olhamos e a realidade e interpretamos o Brasil.
O mito da cordialidade senhorial estava em Lula, estimulando sua ação política, a sua interpretação do Brasil.
“Lula gosta de vida boa e cachacinha. Faz tudo pelos pobres, mas nunca quis incomodar os de cima”, disse Marcelo Odebrecht, em delação premiada.
Essa frase merecia mesmo um prêmio, um Oscar! O aforismo define Lula com perfeição: Lula se convenceu de que seria possível melhorar a vida dos pobres sem incomodar os de cima. Lula comprou mito da cordialidade senhorial.
Lula, meus amigos, superestimou as elites brasileiras, achou que essas pessoas fossem capazes de serem melhores do que são. Lula não imaginou que essas pessoas pudessem ser tão baixas, tão ruins.
Lula pensou: “Porra, é só Bolsa Família. Três refeições por dia. O dinheiro vai pro mercadinho, movimenta a economia. Ninguém vai se incomodar com isso”.
Lula pensou: “Qual o problema do pobre estudando na universidade? Quanto mais gente estudando, melhor pra todo mundo, mais educada fica a sociedade”.
Lula pensou: “Quanto mais gente andando de avião, mais as passagens ficam baratas. Melhor pra todo mundo”.
Lula errou, errou feio, errou rude. Lula não imaginava que as elites brasileiras pudessem ser tão mesquinhas.
Lula estava convencido de que dava pra melhorar a vida dos pobres sem incomodar os de cima. Afinal, uma coisa não necessariamente resulta na outra.
Certo?
Não, não e não.
Não porque o cálculo dessa gente não é objetivo. Nossas elites não são racionais. Nossas elites são de tipo antigo, estão atravessadas pela noção de privilégio.
A madame de Copacabana, viúva de militar, pensionista, não quer saber se é melhor, racionalmente falando, viver em um país onde as pessoas comam três vezes por dia. O simples fato de o pobre “ganhar” alguma coisa, uma merrequinha que seja, incomoda a rentista, a parasita que não trabalha, que não produz nada pra ninguém.
O jornalista do Leblon não quer saber se o aquecimento do consumo é algo positivo pra economia do país. O simples fato de descer do prédio e ver as Tvs expostas nas vitrines das Casas Bahia tocando brega, funk e sertanejo lhe enoja. É isso: ele sente nojo, asco daquela estética, daquele tipo de gente.
A professora universitária não quer saber se a passagem de avião tá mais barata. Ela olha pro lado e vê o mestiço ali, de bermuda e chinelo, quase encostando nela. Tá muito perto, tá igualado pela posição de consumidor.
É outra lógica da luta de classes, entendem? É a luta de classes materializada na forma de convívio nos espaços de consumo, de gozo.
Nossa elite não consegue aceitar o gozo do pobre. Para as nossas elites, o pobre só deve gemer de dor. O prazer é monopólio, é privilégio. Nossas elites são sádicas.
É com esse tipo de gente que Lula achou que dava pra governar. Lula achou que eles seriam capazes de ceder um pouco, só um pouquinho.
Lula vacilou, vacilou muito.
Lula achou que não precisava barbarizar, achou que dava pra todo mundo conviver em harmonia.
Lula não quis ser caudilho. Não quis cultivar um dispositivo militar. Não quis fechar a Globo. Não quis fazer culto à imagem. Não quis botar um busto de bronze em cada buraco desse país. Não quis um terceiro mandato. Não quis rasgar a Constituição.
Lula não quis aparelhar o Judiciário.
Em algum momento, Lula achou que o problema do Brasil estava resolvido, e que era hora de sair de cena. Lula chegou a pensar em abandonar a política, e se tornar uma liderança mundial no combate à fome; um líder identificado com uma agenda humanista, suprapartidária.
Tolo!
Lula brincou de republicanismo na terra dos coronéis. Lula errou muito.
Lula achou que nossas elites o perdoariam, o deixariam em paz.
Lula achou que essa gente perdoaria sua ousadia.
Lula achou que poderia se sentar à mesma com eles. Beber o mesmo vinho.
Eles não engolem, eles não aceitam esse peão cachaceiro, insolente. Analfabeto.
Lula errou em se deixar levar pelo mito da cordialidade senhorial, e pagou caro, muito caro.
Pagou com a infelicidade dos filhos e netos, com a morte da companheira de uma vida. Lula sofrerá até o último momento de sua vida.
Lula será odiado por essa gente mesmo depois de morto. O corpo morto de Lula precisará de escolta, de proteção. Eles vão querer mutilar o defunto, arrancar-lhe as vísceras, salgar o terreno onde será cavada a cova, para que nada mais ali brote. Da cova do operário que ousou ser presidente da República fundada pelos bacharéis, do país forjado no escravismo, nada pode brotar.
Lula errou, e errou feio e por isso foi condenado.
O julgamento do dia 24 de janeiro nada teve a ver com o Triplex que não foi comprado. Lula foi julgado e condenado porque superestimou o Brasil.
Lula achou que o Brasil fosse melhor do que é; achou que o Brasil pudesse ser o que jamais foi, o que jamais será. Quanta pretensão, quanta ousadia! Que todos os juízes do Brasil condenem o criminoso!
Foto Ricardo Stuckert

domingo, 8 de abril de 2018

A insustentável leveza de ser de um presidente impreparado

A propósito das dores das costas do Bruno no final do jogo em Alvalade - Sporting Vs Paços de Ferreira.
Qualquer pessoa minimamente esclarecida, sabe quais são as  características de um psicopata: alega doença, diz que tem dores de qualquer coisa, que se sente cansado, vitimiza, mente, nega o óbvio e acredita piamente na sua própria voz e sei lá que mais, quando se lhe pede explicações pelos seus actos tresloucados. 
Foi o caso do Presidente do Sporting, hoje quando os Sportinguistas o assobiaram e lhe mostraram lenços brancos, indicando-lhe a porta de saída.
- Bruno, rua e já!
Adeus.

Adérito Barbosa in olhosemlente.blogspot.com 

sábado, 7 de abril de 2018

O leão inimigo do Sporting

O Leão inimigo do Sporting

O Sporting Clube de Portugal é uma instituição  grande demais para ser deixado nas mãos de um psicopata.
Este tipo, revela inteligência duvidosa, parece ter cultura bacoca, domina linguagem de baixo nível não recomendável a sensatos, é um mal educado.
O Sporting Clube de Portugal é demasiado grande para que os sócios, o deixe à deriva entregue aos caprichos de Bruno de Carvalho personagem que me faz lembrar Pirro.
Vejamos quem era Pirro e quem é Bruno:
Pirro era um jovem guerreiro e filho do valentão Aquiles e da princesa Deidamía. Pirro foi criado pela sua mãe e seus avós. Inspirado pelas histórias das façanhas que contavam a respeito do seu pai na épica guerra de Tróia, Pirro tornou-se mum hábil guerreiro.  -  Aqui podemos ver o Bruno de Carvalho inspirado pelo seu Tio Avô Almirante  Pinheiro de Azedo durante o PREC  - verão quente de 75.

Quando Aquiles morreu, Pirro foi levado para Tróia nos últimos dias da guerra, pois o adivinho Calcas disse que os gregos jamais conseguiriam tomar a cidade sem a presença do filho de Aquiles.
Pirro foi chamado e comandou os Mirmidones na batalha e ganhou admiração quando venceu Eurípilo, filho de Télephus. Pela sua valentia, apesar da pouca idade, Pirro passou a integrar o exército dos gregos contra Tróia, mesmo com presença de Pirro a tomada de Tróia
 parecia impossível. - Aqui podemos ver Bruno de Carvalho a sanear o clube e a declarar guerra aos vouchers, e-mails, toupeiras e outros rastejantes do SLB INFILTRADOS nas igrejas e nas escolas com as cartilhas.
Podemos ver também o Bruno de Carvalho chegar ao Sporting depois da incapacidade dos senadores que por lá passaram na direcção e nada fizeram contra o sistema deixando o Sporting à mercê dos cartilheiros.

Quando capturaram o príncipe Heleno, este revelou como poderiam vencer os troianos. Pirro foi um dos guerreiros que entraram em Tróia escondidos no cavalo concebido por Odisseu. Em reconhecimento do seu valor, além de muitas outras recompensas, foram-lhe concedidos Andrômaca e Heleno como seus escravos. Aqui podemos encontrar comparação com a esposa de Bruno achada em Alvalade.
A recompensa podemos ver no ordenado que ele aufere, e o Heleno podemos encontrá-lo na pessoa da toupeira.

Hermione, filha de Menelao, havia sido prometida ao seu primo Orestes, porém diante de sua longa ausência Menelao concedeu a mão da filha a Pirro. Ele não teve filhos com Hermione, mas teve um filho com sua escrava Andrómaca que se chamou Moloso. Mas preocupado por não ter filhos de Hermione, foi consultar o oráculo de Delfos. Ali encontrou Orestes, que ao saber que ele havia desposado Hermione, sentiu-se ultrajado e matou Pirro. - Aqui a Herminiole pode ser a esposa do  Bruno a aplaudir a  limpeza que que o Bruno fez em Alvalade.

Por ter sido um líder incansável , embora não tivesse sido um rei propriamente sábio - que é o caso de Bruno, Pirro foi considerado um dos melhores generais militares do seu tempo, mas também conhecido por ser muito benevolente. Como general, as maiores fraquezas políticas de Pirro eram a falta de concentração e facilidade para esbanjar dinheiro. Grande parte dos soldados que integravam tropas de Pirro eram mercenários que cobravam caro para o seguir. Sua obstinada intenção de construir um império na Itália deixou como herança a expressão "Vitória de Pirro". Versão auto flagelo do Bruno.

Aqui finalmente encontramos o Bruno de Carvalho a gastar milhões em jogadores, e sair da Assembleia Geral do Sporting em ombros como aconteceu no passado mês de Março e vê-lo depois no facebook  a chamar de incompetentes aos jogadores do Sporting.

Adérito Barbosa in olhosemlente

sábado, 31 de março de 2018

Neve de Marfim

Boa Páscoa aos meus amigos - um poema e um folar

Às vezes de porta aberta
bate fundo esta máquina frouxa
quando se lembra da neve de marfim.

Nada de novo, é quase sempre assim.
Arrepiado umas vezes noutras assustado, 
acordo quando te ouço dizer baixinho:
- Negligenciámos o nosso amor.
Sem pressa fico aninhado na madrugada.
O tempo parou e o destino foi para a parte incerta
Estou em um lugar nenhum,
Só com as lembranças de ti
acordo e não encontro onde pousar a dor.
Preciso de entender
leva-me de volta, sinto frio.
Acende uma lamparina,
um pavio, uma fogueira,
aquece um rio para eu me banhar
a cama está fria.
Faz qualquer coisa!
Envia-me um beijo ou coisa que o valha.
É tudo novo, não é nada bom
para mim nem para ti
minha Neve de Marfim.


Adérito Barbosa in olhosemlente.blogspot.com

sábado, 24 de março de 2018

O assalto ao banco

"Assunto: O assalto ao banco e um repositório de possíveis lições



O assalto ao banco

 2 ladrões entraram num banco numa pequena cidade.

Um deles gritou:
   - "Não se mexam! O dinheiro pertence ao banco mas as vidas são vossas".
 Imediatamente todas as pessoas se deitaram no chão em silêncio e sem pânico.
 LIÇÃO 1: Este é um exemplo de como uma frase dita correctamente e na altura certa pode fazer toda a gente mudar a sua visão do mundo.

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 Uma das mulheres estava deitada no chão de uma maneira provocante. Um dos assaltantes aproximou-se e disse-lhe:
 - "Minha senhora, isto é um roubo e não uma violação. Por favor, procure agir em conformidade. "
 LIÇÃO 2: Este é um exemplo de como comportar-se de uma maneira profissional e concentrar-se apenas no objectivo.
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No decorrer do assalto, o ladrão mais jovem (que tinha um curso superior) disse para o assaltante mais velho (que tinha apenas o ensino secundário):
 - "Olha lá, se calhar devíamos contar quanto é que vai render o assalto, não achas?". O homem mais velho respondeu:
 - "Não sejas estúpido! É muito dinheiro para o estar a contar agora. Vamos esperar pelo Telejornal para descobrir exactamente quanto dinheiro conseguimos roubar".
 LIÇÃO 3: Este é um exemplo de como a experiência de vida é mais importante do que uma educação superior.
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 Após o assalto, o gerente do banco disse ao caixa:
 - "Vamos chamar a polícia e dizer-lhes o montante que foi roubado".
- "Espere", disse o caixa "porque não acrescentamos os 800 mil euros que tirámos há alguns meses e dizemos que também esse valor foi roubado no assalto de hoje??.

 LIÇÃO 4: Este é um exemplo de como se deve tirar proveito de uma oportunidade que surja.
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 No dia seguinte foi relatado nas notícias que o banco tinha sido roubado em 3 Milhões de Euros. Os ladrões contaram o dinheiro mas encontraram apenas 1 Milhão. Um deles começou a resmungar:
 - "Nós arriscamos as nossas vidas por 1 Milhão enquanto a administração do banco rouba 2 Milhões sem pestanejar e sem correr riscos? Talvez o melhor seja aprender a trabalhar dentro do sistema bancário em vez de ser um simples ladrão".

 LIÇÃO 5: Este é um exemplo de como o conhecimento pode ser mais útil do que o poder.

 Moral da história:

 Dá uma arma a alguém e ele pode roubar um banco.

 Dá um banco a alguém e ele pode roubar toda a gente..."

domingo, 11 de fevereiro de 2018

DESTA VEZ É QUE É!!


Ao estilo do aventureiro australiano, houve momentos na minha vida em que acreditei no poder mágico dos uniformes e por lá andei, mas não consegui liderar nenhuma revolução, nem entrar para a história de maneira nenhuma. Depois disso, achei que poderia virar um “gangster” de pistola na sovaqueira,  tipo Humphrey Bogart, e ir às Finanças resgatar os impostos indevidamente cobrados,  mas descobri que em Portugal há muita gente vítima dos abusos do Fisco, pelo que abandonei a ideia.

A ilusão de ser escritor, poeta e músico também morou nas moléculas pensantes  que trago na cabeça; pior do que isso  pensava ser capaz de compor músicas sobre os meus poemas. Essa também foi uma das minhas paranóias, mas não passou disso mesmo. Talvez tenha sido por falta de jeito, de conhecimento, de tempo ou de talento. Não sei! O que sei é que não consegui nunca concretizar essas idiotices - nem escritor, nem poeta, nem músico, nem compositor, nada!
Agora que vivo longe da civilização, sem vizinhos em cima, nem em baixo e nem dos lados, vou explorar o minúsculo talento que julgo ter vindo no DNA da minhafamília, se é que se pode dizer assim.
Numa última e derradeira tentativa, adquiri estas meninas e outros equipamentos de somconvicto de que, desta vezserei capaz de compor meia dúzia de canções para, pelo menos, azucrinar os ouvidos dos meus netos,  enquanto forem inocentes.

Adérito Barbosa in olhosemlente

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Maldita Cocaína - Bendita Cocaína

Maldita Cocaína - Bendita cocaína

Na audição parlamentar na comissão de Defesa Nacional, Azeredo Lopes, revelou que o governo está a rever as regras aplicadas aos militares responsáveis pela guarda de material de guerra, ponderando o uso de "força letal", por considerar que as limitações actuais "podem ser excessivas".

Lendo isto, fica-se com a impressão que se o pessoal de Ronda desse de caras com os assaltantes, gritariam amaricadamente: Socorro, Socorro, acudam!!!, Chamem a policia!
Afinal os militares usam armas a fingir... essa é boa!
Agora é assim: os que guardam as armas podem dar tiros, os outros fazem como mostra a foto. Avé Maria...

Bendita cocaína

Adérito Barbosa in olhosemlente

Publicação em destaque

Florbela Espanca, Correspondência (1916)

"Eu não sou como muita gente: entusiasmada até à loucura no princípio das afeições e depois, passado um mês, completamente desinter...