Se todo aquele pessoal que desfilou no sábado do Príncipe Real à Ribeira é homossexual, então digo: Avé Maria, tanta paneleiragem junta... Eram aí uns 40 a 50 mil aos pinotes - eles cantavam, dançavam, beijavam-se, apalpavam-se, insinuavam-se uns aos outros numa paródia autêntica...
Na Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa havia cartazes que reclamavam “direitos à família” - mas qual família?
Pediam o “fim da discriminação contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgénero, intersexo e outras minorias sexuais.” Quem os discrimina? Eles é que fazem passar -se por discriminados.
Mas que direitos querem eles? Procriar? Homens com homens, mulheres com mulheres?
Devem tentar todos os dias fazer filhos, mas acho que não vão conseguir...
E eu sem culpa nenhuma , subia a Rua do Alecrim a penantes, quando, um bocadinho antes de chegar ao Chiado, dou de caras com aquela multidão de paneleiros e fufas a que deram o nome de “arco-íris da vigésima marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa”. Uma cambada de brincalhões, experimentadores de todo o género. Diziam que estavam a protestar, mas cá para mim aqueles tipos e tipas fizeram foi uma grande festa de exibicionismo contra a sensatez da espécie humana.
Adérito Barbosa in olhosemlente
sábado, 6 de julho de 2019
segunda-feira, 24 de junho de 2019
Chamar filho da....
Por favor leiam isto com atenção. Chamar filho da puta a um polícia não é crime e aviar uns socos também não
Adérito Barbosa in olhosemlente
Régua
Com mais uns cabelitos brancos, mais algumas rugas, mais serenos, mais amigos do que nunca, festejámos em Lamego o nosso 19° encontro do 7º pelotão da 2.ª CA 3/80. Um pelotão que o CTP desenhou para especialistas, o que efectivamente veio a acontecer. A nossa pedalada era tanta que tivemos dois comandantes de pelotão; o primeiro, que não aguentou o andamento, arranjou desculpas e pirou-se; depois veio um segundo, armado em duro e logo, logo o pusemos também na ordem.
No curso de pára-quedismo caímos nas mãos do Roxo Ribeiro, do Catarino e do Matos Pedro. Aí a coisa chiou fininho para o nosso lado, porque o trio era composto por uns duros e alertados pelos Chefes, vimo-nos rapidamente privados das mordomias dos comandantes do pelotão, que até então nos dispensavam.
Trinta e nove anos passaram! E lá marcámos presença, incluindo o nosso comandante Ilídio Machado, o tal que não nos aguentou, bem como os famosos duros, o Catarino e o Matos Pedro que nos acompanham. Este ano e sob a batuta da filha do Oliveira que, armado em admistrador, delegou na filha Ana Bárcia a organização, fomos parar a Lamego. No programa das festas constava uma visita às Caves da Murganheira. Visita bem organizada - uma moçoila simpática guiou-nos e explicou o funcionamento de todo o processo, desde a maceração da uva, vinificação, envelhecimento até à apreciação da flute com o precioso espumante.
Uma gruta aberta a explosivos num maciço de granito azul, dota a cave de uma frescura de 12,5° todo o ano. Simplesmente magnífico.
O Torrão, restaurante com vista sobre o Douro, foi o local do repasto.
Para o ano lá estaremos na BETP para festejarmos os 40.
Até lá.
Adérito Barbosa in olhosemlente
No curso de pára-quedismo caímos nas mãos do Roxo Ribeiro, do Catarino e do Matos Pedro. Aí a coisa chiou fininho para o nosso lado, porque o trio era composto por uns duros e alertados pelos Chefes, vimo-nos rapidamente privados das mordomias dos comandantes do pelotão, que até então nos dispensavam.
Trinta e nove anos passaram! E lá marcámos presença, incluindo o nosso comandante Ilídio Machado, o tal que não nos aguentou, bem como os famosos duros, o Catarino e o Matos Pedro que nos acompanham. Este ano e sob a batuta da filha do Oliveira que, armado em admistrador, delegou na filha Ana Bárcia a organização, fomos parar a Lamego. No programa das festas constava uma visita às Caves da Murganheira. Visita bem organizada - uma moçoila simpática guiou-nos e explicou o funcionamento de todo o processo, desde a maceração da uva, vinificação, envelhecimento até à apreciação da flute com o precioso espumante.
Uma gruta aberta a explosivos num maciço de granito azul, dota a cave de uma frescura de 12,5° todo o ano. Simplesmente magnífico.
O Torrão, restaurante com vista sobre o Douro, foi o local do repasto.
Para o ano lá estaremos na BETP para festejarmos os 40.
Até lá.
Adérito Barbosa in olhosemlente
quinta-feira, 13 de junho de 2019
Sacrifiquem a PSP que os bandalhos agradecem.
Caro Director
Não se lembra de mim, porque felizmente nunca fomos colegas, acho que nem mesmo no jardim de infância nos cruzámos e dou graças a Deus por nunca o ter visto.
Tão nojento que você é! Sei bem que você nunca entraria na Cova da Moura nem, muito menos, se sentaria à mesa com as gentes da Cova da Moura, talvez porque se sente um ser superior em relação a eles, mas, na minha opinião, você não passa de um pulha. Não tem tomates para se sentar com eles, mas aproveita o palco que é o seu jornal, para achincalhar a polícia - entenda-se PSP.
De vez em quando deparo com os títulos bombásticos do jornal que dirige.
Deixe-me, antes de mais, que lhe diga que a notícia publicada no seu jornal revela uma canalhice soberba, uma desonestidade intelectual do tamanho da praticada pela justiça portuguesa, através do braço armado que é o seu jornal.
Em relação aos agentes da PSP, posso dizer-lhe que não me revejo em tudo o que eles fazem, mas revejo-me neles, tal como a maioria dos Portugueses se revê nesta instituição.
Não aceito que um grupo de marginais invada uma esquadra da polícia, seja a que pretexto for, para libertar quem quer que seja e que, para justificar actos inaceitáveis, venham com a conversa do racismo.
Ao publicar pormenores da vida pessoal dos agentes da PSP implicados no caso Cova da Moura, o Sr. revela que anda de mãos dadas com a parte podre da justiça portuguesa. Aliás, o seu jornal é um necrófago que vive do cheiro do esgoto, da carne putrefacta e da miséria humana da Cova da Moura.
Seria justo e honesto da sua parte que, à semelhança do que fez com os agentes da autoridade, publicasse os cadastros de todos aqueles meninos de coro que invadiram a esquadra e que apedrejaram o Corpo de Intervenção na Avenida da Liberdade e que, apesar disso, passearam nos corredores dos tribunais como vítimas.
Seria bom que escrevesse no seu jornal onde é que essa gente trabalha, que impostos pagam, quais os seus cadastros, que paróquia frequentam e que realçasse também todo o bem que essa gente pratica. E não se esqueça de publicar também quanto pagam pela ocupação selvática do terreno da Cova da Moura, pertença da família Canas, que há 40 anos reclama os terrenos.
Não há memória, em Portugal, de algum cidadão português ter invadido esquadras da Polícia.
O contrário sim, pois é recorrente invasões de esquadras por parte de alguns exemplares da Cova da Moura, o que o Sr. tanto enaltece.
Lá os polícias são recebidos a tiro e à pedrada. Porque será?
Continuem a sacrificar a Polícia que os bandalhos agradecem.
Adérito Barbosa in olhosemlente
O profeta
O profeta do governo sombra encarnado de salvador, foi fazer profecias para o Monte Tchota, com conversa da treta nos mandamentos do ensino do crioulo nas escolas portuguesas.
A este, não vamos permitir que o sacrifiquem como fizeram com o outro, nem vamos deixar que pilatos lave as mãos no bidé. A este vamos conservá-lo - assim todo parvo, cheio de demagogia que ele tem debaixo da careca brilhante. Vale a pena ouvirmos as parábolas deste Chico esperto e convencermos que somos estúpidos.
Vamos evitar a todo o custo que o vapor do Grog martelado lhe entre pelas narinas e o sol dos trópicos lhe bata na careca para ele não se tornar num homem insano.
Adérito Barbosa in olhosemlente
segunda-feira, 27 de maio de 2019
Sexo com cultura
Espero não escandalizar ninguém. Com autorização do autor “LM” transcrevo:
“SEXO COM CULTURA É OUTRA COISA!!!!!
sabiam que antigamente, na Inglaterra, as pessoas que não fossem da família real tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais?
Por exemplo: quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir consentimento ao Rei, que, então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a frase ' Fornication Under Consent of the king'
(Fornicação sob consentimento do rei)
Sigla F..U.C.K.., daí a origem da palavra chula FUCK.
Já em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações:
'Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo'
Sigla F.O.D..A., daí a origem da palavra FODA.
Por sua vez, quem fosse solteiro ou viúvo, tinha que ter na porta a frase:
'Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida'
= sigla P.U.N.H.E.T.A.
Vivendo e aprendendo...A gente pode até dizer palavrão, mas com conhecimento e cultura é outra coisa!”
Transcrito
Adérito Barbosa in olhosemlente
“SEXO COM CULTURA É OUTRA COISA!!!!!
sabiam que antigamente, na Inglaterra, as pessoas que não fossem da família real tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais?
Por exemplo: quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir consentimento ao Rei, que, então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a frase ' Fornication Under Consent of the king'
(Fornicação sob consentimento do rei)
Sigla F..U.C.K.., daí a origem da palavra chula FUCK.
Já em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações:
'Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo'
Sigla F.O.D..A., daí a origem da palavra FODA.
Por sua vez, quem fosse solteiro ou viúvo, tinha que ter na porta a frase:
'Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida'
= sigla P.U.N.H.E.T.A.
Vivendo e aprendendo...A gente pode até dizer palavrão, mas com conhecimento e cultura é outra coisa!”
Transcrito
Adérito Barbosa in olhosemlente
sábado, 2 de março de 2019
Sem ponta de vergonha
Fica-se indignado e triste com a miserável prestação dos deputados na Assembleia Nacional de Cabo Verde.
Cabo Verde é um país que está nas mãos de meia dúzia de provincianos, populistas de meia tigela que exercem função que não sabem, falam do que não sabem e consequentemente prestam um exemplar serviço de hipocrisia com muita ignorância à mistura numa verdadeira macacada - é o que mostram as imagens do YouTube das sessões parlamentares de Cabo Verde.
Vi uma catrefada de vídeos que proliferam na web, não por querer aprender alguma coisa mas, por ter estado acamado e com isso matei parte do meu tempo a ver um feioso circo que se veio a revelar ter sido má companhia.
Quis apenas ver até onde ia a mesquinhez dos pequeninos, complexados e burros deputados armados em importantes.
Garanto que não aprendi nada, antes pelo contrário.
Ao primeiro vídeo achei tratar-se de uma compilação de apanhados com a história dos dois aviões e meio a voar, mas, rapidamente vi tratar-se de um bando de analfabetos que ganham dinheiro à custa do suor dos caboverdianos que anseiam ver resolvidos os assuntos de interesse visando melhorar as condições de vida de todos, mas não, não fazem nada disso - galhofam, brincam, ameaçam-se uns aos outros, cantam, ofendem-se mutuamente numa verdadeira paródia.
Nas sessões, os deputados de pacotilha pelo que vi - o nome é esse mesmo, estão num circo - decoram palavras bonitas mas não as sabem pronunciar ou proferir correctamente e quando conseguem fazê-lo, fazem-no fora do contexto num gatafunhoso difícil linguajar de entender - lá está, ficam convencidos que são gente grande muito sensíveis quais virgens ofendidas.
Enquanto isso a população que tanto precisa que os pseudo deputados trabalhem, não vê os seus problemas resolvidos, nada, absolutamente nada e assistem impávidos e serenos a que os deputados a encham os bolsos na maior desfaçatez.
Bocoradas e mais bacoradas é o pão nosso de cada dia dentro da “casa parlamentar” como eles tanto gostam de propalar. É assombroso e medonho a palhaçada.
“ você ofendeu-me” “ quero o uso da palavra para defender a honra da bancada parlamentar” você é maluco” “ Fizemos parcerias estratégicas para cima e para baixo” “você
não sabe interpretar a lei” “eu sou jurista, sei..” “ você que é jurista deve saber...” nós que somos juristas sabemos...” você é um queixinhas...” “ aqui somos todos inteligentes“ “vocês faliram os TACV” “ não vocês é que faliram os TACV” “ o senhor vai ter que provar em tribunal o que afirma” “ você andou no avião militar... se eu estivesse no activo você ia preso, presooooo!” “Se me voltar a ofender eu vou ofendê-lo e você vai desmaiar” “ sr. presidente quero intervir ao abrigo do 114” “ sr. presidente é o 114” “ é para invocar o 114 “Sr. Presidente considere a minha imunidade parlamentar levantada a partir deste momento” “ vamos pedir ao Ministério Público para investigar” o senhor é mentiroso...” “ mentiroso é você...”
“ Sr. presidente, quando me dá a palavra sinto que não mo dá com entusiasmo, por isso fico triste!“ “nós amamos o dinheiro dos caboverdianos...”
“ há aqui deputados que nem sabem onde fica a casa de banho...” “sem ar condicionado não consigo continuar...”
Assim passam horas e horas na brincadeira.
Sei que me vão gabar a paciência por ter visto os vídeos pornografico das sessões da Assembleia.
Não se aprende nada com aqueles tipos. Uma cambada de oportunistas, burros armados em doutores vivendo à custa dos contribuintes. Fiquei a saber que aquele bando já não suporta a falha do ar-condicionado.
É caso para dizer: gente fina é outra coisa.
Até me assustei quando disseram que havia um deputado que não sabe onde fica a casa de banho.
Pensei: não me digam que esse é dos tais que vai defecar e urinar junto ao passeio marítimo de Palmarejo, deixando no ar aquele cheiro nauseabundo.
Uma pontinha de vergonha e decência precisa-se
Adérito Barbosa in olhosemlente
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