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terça-feira, 6 de dezembro de 2022

O português feliz e o DFA chateado



Com a meia pensão e com aquele extra de 125 paus, o povo ficou sereno e nem sentiu a inflação a rondar-lhe os bolsos.


No meio dessa generosidade governamental e de toda a melhoria significativa da condição de vida dos pensionistas, os DFA não contaram e,  borda fora com eles - não recebemos cheta, nem meia pensão, nem aqueles extraordinários 125 paus e nem nada que o valha.


No jornal Expresso, li que a Sra. Ministra da Defesa disse no Parlamento que a exclusão dos DFA foi uma opção política, porque a pensão dos DFA está indexada ao vencimento dos militares.


Alguém sabe explicar melhor essa história para nós os DFA não ficarmos chateamos com o governo?


Com esta descriminação entre português de 1ª e português de 2ª, apetece-me ser cigano!


Adérito Barbosa in olhosemlente.blogspot.com

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Pensão chunga

 

O bom, a pensão chunga, o camareiro alcoviteiro e o porteiro intriguista

Neste verão uma grande amiga minha ofereceu-me o livro autobiográfico do tio Balsemão.

O livro é grande, tem seiscentas e tal páginas, escrito em letras miudinhas para poder caber nele todas as cenas. Como podem imaginar o livro fala da família dele, em particular do malandro do tio Chico de quem fiquei fã, das  miúdas que subiam às árvores no quintal à frente e ele aproveitava para mirar as cuecas delas, da vida escolar, dos pais, das empresas da família, das viagens, do jornal, das peripécias do PREC, das fitas da Helena Roseta, especialista em desfazer consensos e em enfiar a cara naqueles lindos cabelos a chorar sempre que era apertada, do eminente fuzilamento que o Presidente Eanes queria fazer a Helena Roseta, das intrigas do amigo e companheiro do jornal, Marcelo, “ olha quem“,  do Mário Soares a quem reconhece ter sido um estadista, da política portuguesa em geral e da maravilhosa cena num hotel com Samora Machel  Presidente de Moçambique!

Também fiquei a saber que o tio Balsemão prestou serviço militar na Força Aérea e  que sempre nutriu especial apreço pelos pára-quedistas portugueses o que me agradou bastante.

O livro do tio Balsemão, está superiormente bem escrito, relata factos históricos importantíssimos e fala das muitas peripécias da vida portuguesa, quando ele era uma pedra importante do xadrez político português!

Fiquei a admirá-lo pela sua soberba  capacidade de escrita simples, pela sua honestidade intelectual e também pelo seu humor.

O tio Balsemão é um senhor, é o  bom desta festa!


Agora vamos ao mau da festa!

O mau é o livro do tio Governador Carlos Costa.

Para variar desta vez foi oferta do meu camarada do CFS, MOR/PQ PINTO. 

Os meus amigos acham que eu não tenho quintal para tratar, nem guitarra para tocar, nem gata para cuidar, nem relva para cortar, nem mulher para amar e mandam-me livros a torto e a direito e eu aceito-os - só os consigo ler nas madrugadas de insónias.

O livro do jornaleiro Luís Rosa disfarçado em escritor, é uma coisa muito estranha. 

O coitado do Costa Governador falou da sua  pobre família a que pertencia, da Faculdade da Economia do Porto, da carreira de economista, dos amigos, dos compadrios entre os economistas do Porto. Falou das guerrinhas entre ele e o Centeno e outros, das disputas das cadeiras dentro do Banco de Portugal, rezou as peripécias dos bastidores  dos processos da resolução dos bancos, mostrou números reais em jogo, falou das cartas, das reuniões, dos almoços e almoçaradas no banco de Portugal e das intrigas de Isabel dos Santos e Costa o primeiro contra ele.

Falou bem do Mário Soares e das preocupações dele para com o país quando o Sócrates teimava em afundar o barco, falou mal do Sócrates, do Salgado, do seu antecessor Victor Constâncio, do Costa “primeiro’ do Centeno, do Partido Socialista em geral, falou mal dos banqueiros em particular e muito mal da quase totalidade dos governantes socialistas.

Falou bem do Cavaco, do CDS do Passos, da Maria Luís, da Cristine Lagarde,  dos amigos da Comissão Europeia, muitíssimo bem da troika e muito bem da quase totalidade dos políticos do PSD e até consegui falar bem dele próprio!

Quando acabei de ler o livro, o tal que os banqueiros portugueses recusaram a ler, fiquei com esta ideia:

O livro do ascoroso Luís Rosa trata ao fim ao cabo do seguinte.

Conta a história da vida de uma pensão chunga de 1/2 estrela gerida pela chungosa Bernardete Paulina (BP) onde o Luís Rosa trabalha como porteiro, toma nota de quem entra e de quem sai, o Costa governador é o camareiro alcoviteiro que só quer ver as nódoas dos fluidos sexuais nos lençóis, que pelo cheiro sabe a quem pertence. 

Como o Costa tem o mau beber, sempre que bebe uns copos perde o tino e desata a botar a boca no trombone e conta em voz alta tudo o que se passa na pensão e não se coíbe de dizer quem é, e quem não é corno - mas nunca fala que a mãe dele também frequenta a pensão!

O Alcoviteiro Rosa sempre que encontra o Costa na tasca oferece-lhe um copo e o resto já sabemos.


Adérito Barbosa in olhosemlente.blogspot.com

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

As televisões fazem de nós otários



Um refugiado de Alepo tem duas mulheres. Uma que ficou esquecida  em Alepo e uma outra a viver com ele em Portugal com os filhos de ambas.

Portanto: o senhor tem duas mulheres e uma catrefada de filhos.

Hoje o canal lixo CNN PORTUGAL, anda todo atarefado a promover a bigamia contrariando a lei portuguesa, porque ela, a CNN o tal canal LIXO, sucursal da CMTV, está com pena do POLÍGAMO Abdel que quer  estar no bem bom com as duas mulheres  a pretexto de reagrupar a família a pedido dos filhos com alto patrocínio dos jornaleiros, sabendo que em Portugal é crime a prática da bigamia.

Imagine-se agora, um maricas Abdel qualquer coisa, refugiado, que tenha dois maridos, que fuja para Portugal com um dos maridos deixando o outro em Alepo.

Qualquer dia esse macaco, com a ajuda da CNN, vai trazer outro paneleirote para Portugal e assim viverem os três felizes para sempre e nós os otário  a pagarmos para a felicidade deles os três…


Adérito Barbosa in olhosemlente.blogspot.com

terça-feira, 26 de julho de 2022

Acabou-se a tourada


O CASAMENTO HOMOSSEXUAL É ANULADO

ESTRASBURGO, FRANÇA. - LEI NATURAL E A FAMÍLIA.

Por unanimidade, o Tribunal de Direitos Humanos mais importante do mundo , estabeleceu que não há direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Os 47 juízes, dos 47 países do Conselho da Europa, que compõem a sessão plenária do Tribunal de Estrasburgo o mais importante tribunal de direitos humanos do mundo emitiram uma Sentença de grande relevância, que foi surpreendentemente silenciada pelos media informativos.

De fato, por unanimidade, todos os 47 juízes aprovaram o veredicto que, não há direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A opinião foi fundada numa série de considerações filosóficas e antropológicas baseadas na ordem natural, família, senso comum, relatórios científicos e, é claro, no direito.

Neste último, o julgamento baseou-se essencialmente no Artigo nº 12 da Convenção Europeia de Direitos Humanos.

O referido Artigo é equivalente aos Artigos dos Tratados de Direitos Humanos, como o Art 17 do Pacto de San José e o Art 23 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos.

Nesta resolução histórica, o Tribunal também afirmou que a noção de família contempla o conceito tradicional de casamento, ou seja, a união de um homem e uma mulher, e não deve ser imposta pelos Governos a  obrigação de abrir o casamento com pessoas do mesmo sexo". 

Quanto ao princípio da não discriminação, o Tribunal acrescentou ainda que não existe tal discriminação, uma vez que é contrário à natureza e à ordem universal biológica, sendo o gosto sexual livre ou a disjunção uma outra coisa. Os Estados são livres para reservar o casamento apenas para casais heterossexuais.

Esta notícia, precisamos divulgá-la, porque há quem queira que as pessoas não saibam sobre a importância da família e, consideram que existem direitos individuais, como a liberdade em GOSTOS SEXUAIS, e que querem impor comportamentos aberrantes e anormais , com os Ministérios da Educação dos países a, promover a degeneração da raça humana, que é o objetivo das elites do poder LGBTI.

terça-feira, 5 de julho de 2022

CULTURA GERAL - SEXO!

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Você sabia, que antigamente, na Inglaterra, as pessoas que não fossem da família real tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais?

Por exemplo: quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir consentimento ao Rei, que, então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a frase ' Fornication Under Consent of the king'

(fornicação sob consentimento do rei)

= sigla F.U.C.K., daí a origem da palavra chula FUCK.

Já em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações:

'Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo'

= sigla F.O.D.A., daí a origem da palavra FODA..

Por sua vez, quem fosse solteiro ou viúvo, tinha que ter na porta a frase:

'Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida' = sigla P.U.N.H.E.T.A.

Vivendo e aprendendo...

A gente pode até dizer palavrão, mas com conhecimento e cultura é outra coisa ! 😁😀

Até rosna...


quarta-feira, 8 de junho de 2022

CAVACO O CORAJOSO


*CAVACO O CORAJOSO*


CAVACO ACUSA COSTA DE FALTA DE CORAGEM


- É preciso fazer reformas, e falta coragem a Costa-Foi este o Alfa e o Ómega do seu artigo.


E é verdade: se há alguém neste país que está habilitado a dar lições de moral e honestidade, mas principalmente sobre coragem, esse alguém é Cavaco Silva.


Porque de coragem percebe ele:


.Corajoso! Quando em 1987 todo o mundo pressionava a África do Sul para que Nelson Mandela fosse libertado, Cavaco teve a coragem de votar contra a libertação.


. Teve coragem depois para mandar através de Dias Loureiro, carregar sobre os manifestantes da Ponte 25 de Abril.


 . Manifestou coragem, como na altura poucos teriam, para recusar uma pensão ao herói do 25 de Abril, Salgueiro Maia, decidindo posteriormente atribuir a dois inspetores da PIDE -António Augusto Bernardo e Óscar Cardoso- , uma distinção por “altos e assinalados serviços prestados à Pátria” acompanhados da respetiva pensão.


. Demonstrou ainda uma coragem ímpar ao boicotar e censurar o trabalho de José Saramago, e ainda mais tarde, a coragem de nunca ter homenageado o 2º laureado Nobel que o país conheceu no espaço de tempo de mais de um Século.


. Teve a coragem de desafiar e ser bem sucedido ao infringir as leis sobre informação privilegiada e lucrar milhares de euros com venda de ações do SLN / BPN.


. Da coragem de fazer uma permuta com Fernando Fantasia, da sua casa em Montechoro com os terrenos envolvidos em mantos nebulosos situados na praia da Coelha e onde clandestinamente construiu a sua mansão.


. Conseguiu ainda, e corajosamente sem temer sequelas fiscais, fugir ao pagamento da totalidade do IMI desse mesmo imóvel.


. Em plena Austeridade demonstrou uma coragem ímpar ao dizer publicamente que não sabia se os seus múltiplos rendimentos chegariam para pagar as contas.


. Disse ainda com toda a coragem ao proferir que os portugueses podiam confiar no BES, poucos dias antes da início da sua queda e falência do Banco..


. (Talvez por ter recebido de Salgado dezenas de milhares de euros em financiamentos, fez então corajosamente essa espécie de favor, já que para ser-se mais honesto do que o corajoso Cavaco sabemos todos que é preciso nascer duas vezes. )


. Honesto como só ele sabe ser, teve a coragem de desvalorizar com a celebre frase “gato por lebre” as Fides (poupanças) de largos milhares de portugueses, que foram assim num ápice parar à bolsa dos especuladores


. Demonstrou uma coragem ao superiorizar-se a todo o mundo quando, depois da desfeita a Saramago, Carlos do Carmo ganhou o prémio artístico internacional. Cavaco também não o reconheceu: é preciso ter coragem.


.Teve ainda uma coragem, acima do que qualquer simples mortal demonstraria, ao desmentir a jornalista que numa ocasião o confrontou com todos estes dados.


-É mentira, disse, mesmo depois de ser posto diante das gravações em vídeo….

É preciso ter coragem…

E insensatez

 

(De Autor desconhecido)

quinta-feira, 19 de maio de 2022

Hoje decidi ir à guerra espreitar.

 


Hoje decidi ir à guerra espreitar.

Pela fresta da janela do Facebook espreitei e veio cá  um cheiro a podre … um cheiro nauseabundo a guerra!!! 

Qual não foi o meu espanto quando constatei que o cheiro é Português e vi que por cá, em Portugal, vive-se permanentemente na feira de vaidades entre coronéis, generais, televisões, jornalistas, muitos doutores e doutoras da guerra e, para completar a plateia há ainda uma carrada de ex-militares que passam a vida a lamber as botas aos generais com a célebre frase: “ Bem haja, meu general, pelas suas palavras.”

Acontece que, por vezes, o que o general disse ou escreveu não passa de boboseiras.

 ⁃ Basta visitar as patéticas publicações de alguns deles - os do costume, os tais que ganharam muito dinheiro em comissões na Bósnia e em outras missões da Nato, sem nunca terem criticado ou recusado participar nessas missões, por a doutrina da Nato ir contra as suas ideias. Por aqui, fica-se logo  a saber o tamanho da hipocrisia desses generais.

Há coronéis novos a falar, alguns generais velhos zangados por terem sido postos de lado e acusações a outros generais e coronéis, por passarem a vida a reproduzir nas TVs aquilo que ouvem, horas antes, nas antenas estrangeiras; além disso, acusam-se uns aos outros, tentando saber quem é aquele que está mais dentro do sistema;

entenda-se por sistema  a organização da NATO.

Eu, como militar pára-quedista , estou envergonhado, por ver generais que conheço bem, à pancada uns contra os outros, apenas para ganharem mais  ”likes” e terem mais tempo de antena; eles adoram ouvir “ Meu grande general”.

Que fique aqui bem claro (Os meus ídolos são os meus filhos e generais cá em casa, só os meus netos.) que não chamo meu general a ninguém!

Trato-os pelo nome. Se quiserem que os trate pela patente, também exijo a respectiva correspondência.

Portanto, por hoje chega de guerra, mas qualquer dia volto à guerra cá em Portugal - talvez à do inimigo , para ir buscar os planos da pólvora.


Adérito Barbosa

Publicação em destaque

Florbela Espanca, Correspondência (1916)

"Eu não sou como muita gente: entusiasmada até à loucura no princípio das afeições e depois, passado um mês, completamente desinter...