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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Um dia percebes...

Uma Amiga minha Escreveu este texto " Um dia Percebes..."

"Um dia percebes...

Que o amor é algo que se encontra muito além de um belo sorriso...
Percebes que as coisas simples da vida são também as mais importantes.
Percebes que o impossível, na verdade, é só uma questão de opinião e que o teu fracasso, ou o teu sucesso, dependem exclusivamente das tuas escolhas.
Um dia percebes...
Que muito...
s erros cometidos têm a intenção de acertar e que nas pessoas, assim como num bom perfume, o que vale não é o frasco, mas a essência.
Um dia percebes...
Que sempre se é feliz quando se tem bons amigos e que, quem realmente te merece, não te faz sofrer.
Um dia percebes..."


Eu respondo:



Eu sei que o amor não pode estar num belo sorriso apenas.
Eu sei que que o amor é uma complicação por isso é complicado encontrá-lo num espaço simples.
Eu sei que a minha escolha depende do meu poderio. Só os poderosos escolhem. Os fracos sujeitam-se e os pobres não são vistos nem achados.
Eu sei que no preço do perfume também está incluído o valor do frasco.
Experimentem comprar um perfume onde o seu frasco é uma garrafa de uma Sagres mini? Ninguém compra! Certo?
Ser feliz é ter saúde, filhos bonitos, muito dinheiro, super namorada daquelas que todos os homens gostavam de ter, super casa, super carro e ser muito inteligente e ainda ser muito competente e dotado.
A pessoa mais valiosa na minha vida, não faço a mínima onde ela para.
A felicidade está em ouvir uma tipa dizer que nos ama, mas sabermos de ante-mão que é mentira!
O amor é um negócio...
Se sou pobre e digo que amo ela faz troça e cochicha com as amigas e não passo de um estúpido...
Se digo que quero sexo ela diz: eu?
Deus me livre! Eu não sou dessas! Desampara-me a loja seu anormal!
Se tenho dentes podres, meto nojo e jamais terei direito a um beijo.
Se não souber escrever, dizem que sou burro.
...Ser feliz é ser-se muito rico e nunca ter passado pela cabeça ser pobre um dia.
Alguém discorda?
 

Aderito Barbosa
4 de Junho de 2013

Gays outra vez



Bom dia Sra. Jornalista Alberta Marques Fernandes.


O meu nome é Adérito Barbosa e sou assíduo espectador do seu programa.
Acabo de assistir em repetição o programa moderado por si "Justiça Cega" como sempre faço.
Por favor permita-me ver a sua Justiça Cega de uma forma não cega.
O assunto co-adopcão merece-me um pequeno reparo.
Por favor no próximo programa pode fazer uma pergunta por mim ao Sr. Dr. Juiz Rui Rangel que é a seguinte:
- Atendendo a que a procriação é um fenómeno natural, resultado de uma relação entre um casal, digo homem e mulher, então porque é que casais homossexuais querem filhos, sabendo de ante-mão que da relação homossexual essa possibilidade lhes está vedada pela natureza?
No meu entendimento, um casal homossexual quer ser homossexual com direitos de homossexuais, e também querem usufruir dos direitos dos heterossexuais. O Sr. Dr. Juiz não acha que isto tudo não é uma brincadeira do legislador?
Essa lei aprovada na Assembleia da República, viola no meu entendimento, o mais elementar direito da criança e parece-me claramente que a criança ao ser adoptada não passa de uma "coisa" para alimentar o ego dos homossexuais.
Descobri há dias que pago a taxa audiovisual na factura da EDP, e como nunca vou à TV, entendi fazer-lhe este pedido, certo que me dará o prazer de a ver portadora deste mensagem.
No próximo concerto dos "Queen" no estádio do Restelo lá estaremos novamente lado a lado a assistir ao espectáculo.
Obrigado pela gentileza.
Os meus cumprimentos aos Residentes da Justiça Cega.

Adérito Barbosa
23 de Maio de 2013

Burros no parlamento português

Foto: https://www.facebook.com/tatudofasAssim se contrata os burros para o Governo...

Era uma vez um rei que queria ir caçar com a sua comitiva.
Chamou o seu meteorologista e pediu-lhe a previsão do estado do tempo.
O meteorologista assegurou-lhe que iria estar bom tempo e que não ia chover.
Como a noiva do monarca vivia perto do sítio da caçada, vestiu uma indumentária mais elegante.
No caminho, encontrou um camponês montado no seu bu...
rrico, que viu o rei e disse:
"Majestade, é melhor regressar ao palácio porque vai chover muito!" É claro que o rei ficou pensativo:
"Mas, eu tenho um meteorologista tão bom e tão bem pago que me disse o contrário ?
Vamos seguir em frente!"
E assim fizeram ... E claro, choveu torrencialmente. Ficaram todos encharcados e a namorada riu-se muito do Rei ao vê-lo naquele estado.
Furioso voltou para o palácio e despediu o meteorologista. Depois, convocou o camponês e ofereceu-lhe o trabalho de meteorologista, mas este disse-lhe:
"Ah ! Senhor, eu não entendo nada disso, só sei que, se as orelhas do meu burro estão caídas e coladas à cabeça, significa que vai chover muito!"
Então o rei contratou o burro.
E foi assim que começou o costume antigo de contratar burros para o governo, que têm vindo desde então a ocupar, praticamente todos os lugares...!!! …
Autor desconhecido

Leva-me contigo

Leva-me contigo para onde fores

Ainda no primeiro sono, sonhas que estás em cima de uma cadeira. Lá está a menina toda esticadinha a colocar a coroa de louro na minha cabeça.
Afinal sou o herói dela.

Estica-te! Vá, estica-te! Estica-te mais um pouco!
Chega-te mais um pouco para a beirinha, mais, mais um pouco! - Suplica uma voz.
Inocente.

Pões-te nos bicos em bicos dos pés à beirinha e consegues triunfar!!!.
Desces, e a saltitar reparas que a coroa precisa de alguns ajustes.
Confiante pela experiência anterior, sobes novamente e toda esticadinha e airosa, mas sempre em bicos dos pés, ali estás tu, mesmo à beirinha.
É a desgraça!
Grande é o tombo. Gritas!!!. É o desespero, o mundo acabou!
Contigo ainda trémula, aguardo o regresso da tua alma ao corpo que, segundos antes, abandonara.
Espero lentamente que a candura volte a brilhar no teu rosto.
Sorris!
E no conforto dos meus braços pedes:
- Leva-me contigo para onde fores!

Adérito Barbosa
26 de Abril de 2013

Este pais é um filme

Este país é um filme...
Um filme que está em exibição há pelo menos 900 anos.




Sinopse:

Tudo começou mal; o filho roubou as terras à mãe e ainda por cima bateu nela.
Fomos para as Índias traficar especiarias, mas demo-nos mal com os piratas e fugimos; depois pedimos ao Camões para disfarçar a coisa, cantando as nossas inglórias em forma de Glória.
Vai daí, mudámos de rumo, cortámos ali em baixo, à esquerda, para o Norte de África, armados em carapaus de corrida, e vejam só, o nosso rei à frente da cavalaria. “Nunca mais se soube nada dele” e o resto não vale a pena contar.
Seguiu-se o Brasil e lá fomos, feitos mandões e começámos a sambar. Na altura tínhamos muito pouco jeito para gamanços. Não gamámos nem madeiras, nem petróleo, nem ouro, nem prata, nem nada. O que roubámos nem dava para o petróleo do vapor.
Roubámos pouco, e mal, até pode dizer-se porcamente. Os ingleses, os belgas e holandeses, esses sim, souberam roubar e bem. Ainda hoje vivem à sombra dos gamanços que fizeram.
Com o pouco que orientámos no Brasil, fizemos monumentos, festas e foi um fartote! sambámos com as mulatas brasileiras, até que os brazucas deram conta da nossa malandrice. Vai daí, fartaram-se de nós e pumba! Ala daqui, que é cardume! Fomos corridos, viemos com o rabo entre as pernas e com as mão a abanar.
Com a bravura que é nossa e por todos reconhecida, quisemos então, e de uma assentada, Angola, Guiné, Cabo-Verde, S. Tomé, Timor, Goa, Moçambique e Brasil. Os chineses simpáticos deram-nos Macau emprestado para desenvolvermos e depois devolver com tudo feito.
Uma maravilha, era tudo nosso, éramos reis do mundo e senhores do universo, mas não fomos capazes de cuidar de Olivença, aqui dentro do quintal.
Revolucionámos cá a nossa terrinha, e a arma que utilizámos foram cravos vermelhos, mais parecia que estávamos a festejar o dia da Mulher, o que me faz lembrar a maioria dos homens a comprar flores no Pingo Doce para levar à Maria no seu dia. 
Inventámos o basismo, passando o porteiro, da noite para o dia, a ser tão ou mais importante, numa empresa, que o administrador, e vai daí foi sanear tudo que fosse rico.
Assim começou a tourada e o regabofe total.
Criámos um princípio que faz entrar no arco da governação só os garotos dos partidos. Quem não é do partido, tem que ser amigo.
Quando estávamos na agonia e já quase à beira da morte, apareceu, sem saber ler nem escrever e de forma espectacular a União Europeia (EU), quase que diria ao estilo dos EUA
Foi um fartote. O povo ficou contente. Fizemos a festa, cantámos a velha canção “ lá vamos cantando e rindo levados", (levados sim…). Adoçaram-nos a boca, deram-nos o dinheiro e nós desatámos a construir estradas, autoestradas e, até construímos três para o Porto. Construímos ainda milhares de rotundas, pontes que nunca mais acabam, 12 estádios para as moscas, 2 barragens que ficaram a meio para o museu, inventámos as PPs à moda dos putos dos partidos. Tivemos tempo para acabar com a agricultura, com as pescas, com as fábricas e fabriquetas, com a indústria, com as mercearias locais, com os amoladores de facas e tesouras, com as pequenas oficinas e também com os enchidos e fumados. E com as matanças dos porcos caseiros também, porque a CEE não deixava, dizendo que: tudo tinha e tem de ser controlado por eles. E para a coisa funcionar bem, vai daí, inventámos a ASAE.
Nas escolas, paródia total. Foi um aviar de facilidades: A maioria passou a comer à borla nas cantinas, ninguém chumba, o ministério da 5 de Outubro inventa o PTE, uma brilhante forma de dar 70 milhões de euros à PT, esmagando as pequenas empresas da área. Os pais começaram a mandar nas escolas, o aluno mau passou a ser conhecido por disléxico, acomodados e irresponsáveis passaram a ser conhecidos por carenciados. Acabaram também com as escolas técnicas, que se seguiram às escolas comerciais e industriais.
Os preguiçosos descobriram o caminho da segurança social, reclamando a sua fatia do bolo, antes que ganhasse bolor.
Quem tinha uns espirritos, ia a correr às urgências. Todos quiseram ser doutores, advogados, artistas, escriturários, economistas, cantores, mas ninguém se lembrou das ciências, das tecnologias e das matemáticas.
Descobrimos o telemóvel. Todo o bicho careta tem 2 a 3 telemóveis.
Inventámos as fontes de energia eólica, mas nunca pensámos que este país não tem vento e muito menos pensámos onde armazenar o excedente de energia produzida à noite, visto as fábricas estarem fechadas de noite.
Demos ainda dinheiro aos banqueiros, mas antes safámos o BPN, O BPP, e partimos para o mundo dos paraísos fiscais.
Para compor o ramalhete, criámos uma tonelada de institutos, fundações, inventámos a via verde para autoestradas sem carros, onde só se pode andar até aos 120 Kms e que agora servem para sermos controlados e multados de forma virtual.
As autoestradas passaram a ser a sala da espionagem de Portugal.
Os alemães lembraram-se um dia de olhar para cá e viram toda a gente a fazer pontes, toda a gente na praia, de óculos escuros e ao fim da tarde nas esplanadas, filas intermináveis para os restaurantes, ficaram chateados e quiseram o seu dinheirinho de volta. Foi aí que a porca torceu o rabo...
Agora vejam o filme…

Adérito Barbosa


16 de Abril de 2013

Dois acordes

Dois acordes








Atenta aos acordes do coração...

Para flutuar nessa balada
Aguardo ansiosa…
Para voarmos na sala
Por momentos quero vivenciar...
O aperto dos teus braços
E sentir,
O arrepio na pele...
...
Quando me sussurras ao ouvido...
Quero entender
Quando tomas as rédeas da minha nau…
Esquecer-me de quem sou.
E por breves instantes dás-me rumo...
Vem por aqui, estou aqui!
Quando pacientemente aguardas até que eu tome um novo fôlego...
Acontece novamente de novo
E vem a continuidade ao que contigo quero alcançar.
É o cume, é o ir e ficar
Quando nos unimos em uníssono...
Gritamos
Pela necessidade inolvidável dum êxtase triunfal ...
Aguardo com um sorriso...
De olhos fechados, desço devagar
Com o olhar cúmplice e enternecedor...
Vem aquele abraço
Esconder nas profundidades do sentir...
Escorrer a humidade quente
Nesta rotina incessante dos dias que passam rotineiros...
Na vontade de sentir esse odor
Anseio de mãos entrelaçadas...
E sentir o crescer da viga
Nos alicerces frágeis de nós...
Na caverna dos sentidos
Continuo não hoje, mas todos os dias…
E sempre!
Apaziguando sentidos…
Imaginando e ficando
À espera que mores em mim...
Murchando e adormecendo.

Ema/Adérito Barbosa 
25 de Fevereiro de 2013

O arco do sol

O arco do Sol
 
Nunca me perdeste!


Nunca te perdi.


Estive sempre aqui...
E Tu sempre ali.
Sol nasce deste lado
Sempre do mesmo lado
Sobes com ele.
Aqueces o nosso mundo

À noite deitas com ele.
Amanhã voltas a acordar...
Sorridente, brincas nas nuvens,
Escondes-te nas trevas.
Amor não é coisa vã!
Estivemos aqui,
Vais e vens,
Sobes e desces,
Numa espiral
Como o teu sol, nunca igual
Mas o sorriso é sempre igual
Contei dias e noites
Mas,
Aqui estamos, novamente,
A entender a razão,
A consertar memórias,
A inventar amor
Numa folia de inocentes
Descobrir o nosso carma
E...
Afundarmos num copo de whisky,
Acreditar neste braseiro.
Mas tu nunca ficas,
Vens, e vais como o sol.
O teu perfume fica sempre
E… Não é ilusão…
Hoje,
O sol nasceu do outro lado
E eu não sei de ti.

Adérito Barbosa 
19 Fevereiro de 2013

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"Eu não sou como muita gente: entusiasmada até à loucura no princípio das afeições e depois, passado um mês, completamente desinter...