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domingo, 3 de agosto de 2014

como eu te amo ó Gaza

Andam por aí muitos imbecis  a escrever disparates a favor de Gaza.
Vou respondendo com os conhecimentos que tenho sobre o assunto.
Aqui vai

Gaza eu te amo,
És
terra de inocentes
E de mártires.
terra de santos e virgens,
Terra de guerrilheiros fantasmas
Terra de crianças e mulheres
Mártires.
Como eu te amo ó Gaza!
Não tens governo,
És sitiada pelo Hamas
Terra de túneis,
Dos rockets,
De hospitais,
De escolas e mesquitas,
Que servem de escudos humanos.
De rampas de lançamento,
De salas de breefings,
De sala de operações,
De Palestinianos progressistas
Que atiram 22 cidadãos seus de um 4 andar
Só por não seguirem
As ideologias  do Hamas.
Que preconiza riscar Israel do mapa.
Gaza és exemplo civilizacional,
Terra de igualdade e tolerância
Terra da justiça social.
Ó gaza como eu te amo pelo exemplo e pela simpatia que irradias.
Por isso mudai-vos para cá!
Tendes cá em em Portugal muitos admiradores, admiradoras e seguidores também. Mudai-vos para para cá  e com os vossos rocktes pás e picaretas. Podeis comer todas as mulheres portuguesas que gostem de vós, a vosso belo prazer.
Todas que vos seguem e fazem manifestações a vosso favor, desde que consigam abrir uns túneis debaixo do atlântico até à fronteira com os Estados Unidos e daí lançarem rocktes para o território Americano em nome dos descontentes portugueses, para que eles nos façam o mesmo que vocês conseguiram que Israel vos fizesse.
É única maneira que vejo para os paspalhos que vão na cantiga das imagens das televisões  entenderem que vocês não são tipos recomendáveis. Além do mais as TVs estão a fazer negócio.

Adérito Barbosém do

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Paradoxo

O paradoxo Islamita
Os muçulmanos não estão felizes!!! 
• Eles não estão felizes em Gaza.
• Eles não estão felizes na Cisjordânia.
• Eles não estão felizes em Jerusalém ..
• Eles não estão felizes em Israel.
• Eles não estão felizes no Egito.
• Eles não estão felizes na Líbia.
• Eles não estão felizes na Argélia.
• Eles não estão felizes em Tunis ...
• Eles não estão felizes em Marrocos.
• Eles não estão felizes no Iêmen.
• Eles não estão felizes no Iraque.
• Eles não estão felizes no Afeganistão.
• Eles não estão felizes na Síria.
• Eles não estão felizes no Líbano.
• Eles não estão felizes no Sudão.
• Eles não estão felizes na Jordânia ...
• Eles não estão felizes no Irão
Onde os muçulmanos estão felizes?
Eles estão felizes na Inglaterra.
Eles estão felizes na França.
Eles estão felizes na Itália.
Eles estão felizes na Alemanha.
Eles estão felizes na Suécia.
Eles estão felizes na Holanda.
Eles estão felizes na Dinamarca.
Eles estão felizes na Bélgica.
Eles estão felizes na Noruega.
Eles estão felizes em U.S.A.
Eles estão felizes no Canadá.
Eles estão felizes na Roménia.
Eles estão felizes na Hungria.
Eles estão felizes na Austrália.
Eles estão felizes na Nova Zelândia.
Eles estão felizes em qualquer outro país no mundo que não esteja
sob um governo muçulmano.
E quem eles culpam?
• Não o Islão
• Não a liderança deles.
• Não a si mesmos.
Culpam os países onde estão vivendo livremente e bem.
A democracia é realmente boa para eles:
Em uma democracia que eles podem viver confortavelmente,
aproveitar a alta qualidade de vida que eles não construíram e
nem trabalharam para ter. Podem manter seus costumes,
desobedecem às leis, exploram os serviços sociais, fazem
paródias de nossa política e de nossos tribunais. Geralmente,
mordem a mão que os alimenta. E mais, sabem explorar as redes sociais como ninguém. Fazem guerra sem farda, misturam-se com
crianças e população. A Mossade já viu esse filme milhares de vezes.
A questão é contraditória, paradoxal! Eles tentam trazer seu
sistema de vida falido e querem transformar os países que os
acolheram no país que abandonaram em busca de uma vida melhor

Dá para entender?
Autor desconhecido

Adérito Barbosa  in olhosemente

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Clave de dó sem dor

Sentir 
Agora ou nunca!..
Contorna-me a vida
Como quem 
Lambe um favo de mel. 
Nem que seja
Fugazmente mas contorna!
Arrepia a pele 
Óh não, não, sim,
Não, não, sim 
É isso!!!... 
Escorre da alma 
Pingos suaves
Com sabor a sal,
E cheiro a pecado.
De olhos vendados, 
De coração calado, 
num único suspiro
Solta-se o foguetão.

De repente aconteceu
Um alívio no peito,
Um sorriso incontido, 
Nas asas do sonho. 

Os teus olhos acompanham
O dedo que me escapa.
Aqui perto e distante.
Suavizas lentamente  
O redondar da orla 
Que floresce com as estrelas 
Sem luz e sem palavras.

Há um cheiro fresco a mentol
Que jorra da caverna do céu  
De pernas pró ar vou sonhar 
Na latitude do equinócio
...mas é nas noites 
Que procuro ler nas estrelas
As claves do sinal do tempo.

És parte de uma metade 
Sem a outra 
És Pauta inacabada
És Melodia sem binário
partitura aberta
Que espera pela sinfonia
Com claves de dó sem dor,
Com fusas e semi-fusas de riso
Desenhada com a batuta 
Pelas mãos da maestrina.
Contorna-me agora ou nunca.

Adérito Barbosa in olhosemlente


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Sente-me assim


Não me perguntes, o porquê  de te escrever...

Quando impera o adeus…
Fecho a porta, viro as costas e sigo em frente…
Como se mergulhasse num imenso mar…
Asfixiada, regresso à superfície …
E finjo, finjo trémula que está tudo bem…
Por sobrevivência…Por orgulho…
Olho para trás, por instinto, ou sofreguidão…À procura… de ti, de nada…
Porque não posso ter, o que não me pertence…
E penso no teu sorriso…No olhar que me desvende…
Na forma irregular de me abraçares….
Na curva do meu corpo quando me agarras e me rodeias a cintura…
Acho sempre que aquele abraço é a concha onde me encaixo, e é ali que julgo pertencer…
Ali sou tua na imensidão do meu ser…Ali sou eu…
Podia alimentar-me daquele abraço…Naquele abraço, podia viver…
Digo para mim que foi a última vez, porque é sempre a ultima vez entre os dois...
Escassos momentos confusos de euforia e pânico…de felicidade e angústia…
De impossível amor…De paixão….
Depois?...
Depois, há sempre o adeus que os espera impaciente no cais de embarque, no terminal do comboio …
O adeus cruel que viola os ponteiros de um tempo injusto que exige e desgasta, como um veneno tóxico, corrói lentamente, sem compaixão...
É a última vez!!...Digo para mim, baixinho…
Perpetuando o instante na memória do tempo, junto dos momentos tão belos quanto efémeros que alimentam a alma, numa vida tão breve e escassa….
Tão frágil…tão ténue….
E assim …te… sinto …
EMA 2014



Experimenta beijar uma pedra...

Pergunto,sim!
Porque me escreves, Ema? Vais ter de mim tudo, na proporção da medida que me deste. A única diferença, para mim, é que esta é a primeira vez que to digo.
Eu não quero que me escrevas mais, só quero que me esqueças, pela primeira vez..
O adeus sempre foi o machado levantado sobre a minha cabeça.
Podes mergulhar no teu mar imenso e quando ficares asfixiada e regressares à superfície, eu já não trabalho no serviço de socorro a náufragos e por isso é bom que te convenças que precisas de uma bóia. Podes fingir, chorar ou gritar! Gritar podes, porque estou surdo, chorar também, que eu estou insensível, fingir podes ainda, porque eu já não vejo nada. Pela primeira vez nada vejo!
Não poderás sobreviver nesta minha concha, porque nela jamais entrarás. "Pombo que bata asa nunca mais volta ao ninho". Perdeste o ninho para outra, foi-te decretada morte por orgulho também e atrás de ti só o abismo; à tua frente só um fio da navalha será teu passadiço, isso te asseguro. Não quero ver o teu corpo, nem sentir a tua cintura. Não me recordo de algum dia ter deixado a porta escancarada para ti. És muito atrevida e ousada por pensares que ainda tens hipótese de voltar a tentear sem redes no trapézio da minha da.
Não, não penses no meu sorriso, porque eu já não me sorrio faz ano e meio e vivo sempre no mesmo filme, tal é a angústia!
O teu adeus foi um acorde de uma viola, que violou os acordos assumidos entre o tempo e os ponteiros do relógio. Vais ter que beber livremente e sem pressa o veneno que me deste a provar. É justo que o ácido, que fabricaste no laboratório do teu ego, te corroa a alma sem piedade. Apenas vou querer deixar uma flor na tua campa, sempre que se cumpra o aniversário do teu adeus, quando estiveres sepultada. Lembras-te como foi? Eu digo-te: - Não quero que me telefones mais! - e também te digo: - Não quero que me escrevas mais. Para terminar, quero regressar ao princípio da tua carta. Queres beijar-me?  - Experimenta beijar uma pedra  e sente-me assim!!!

Aderito Barbosa 2014 
 in olhosemlente

terça-feira, 15 de julho de 2014

Agradecimentos





Agradecimentos


Caros Amigos. olhosemlente em 10 meses de vida atingiu 10.270 visitantes. Criei no Blog um espaço que dei o nome: "Cantinho dos Leitores", onde irei colocar os comentários que recebo. São milhares. Todos os dias vou acrecentando.
O nº de visitas incentiva-me a continuar a escrever.
Obrigado a todos.
Adérito Barbosa

domingo, 13 de julho de 2014

Inocência

Inocência

Já não escrevo lendas pagãs
Que há muito tinha em mente.
Já não escondo nos abrigos
Os segredos dos meus versos
Porque as palmas continuam.

Um terramoto atingiu o teatro,
Mãos sobre nossas orelhas
Tampa do piano levantada
É milagre!
Não tenho outra escolha
Quero ser escritor!...
Desenhador de crimes.
Pintor de ilusões
Voz sem som na folha de um livro
Lume de chama fria
Na palma de uma mão.

Sou Homem transformado
Nem vinho no copo para beber
O sol arrefeceu agora.
Vou morrer sem pressa
Como a fé de uma criança

Escritor,
Não tem títulos, graus ou poder;
É oficial de polícia sem poder
Comandante dos bombeiros
Sem categoria…
Não sei,
Que título oficial conceder a um escritor
Pouco é considerado...
Ora lhe erguem um monumento
Ora o atiram para o vale dos esquecidos.
Um escritor nada é,
Nem ninguém, além de se divertir com a pena.
É maluco, ou utópico dizem;
Mas ele não é maluco nem utópico
Pois nada diz,
Artista não é também!
Não tem cabelo comprido nem inspiração
Era careca quando o conheci
Mas já é grisalho
Ninguém se dirige a ele como Sr. Escritor
Um título do género não faz sentido
Ou se é Sr. ou se é escritor.

Na inocência do Vasco com 11 anos,  filho de uma amiga minha, dizia: -
O meu pai é Dr. Escritor.


Adérito Barbosa  in olhosemente

terça-feira, 8 de julho de 2014

Mandei-lhe esta carta...

Mandei-lhe esta carta...

Escrevo-te esta noite porque me sinto só e é para te dizer que estou super apaixonado por ti. Por vezes tento pensar como seria se tu estivesses aqui. 
Vejo que tudo está parado, nada acontece na minha vida. Apesar de ver tudo parado, apesar de saber que por vezes sonhar contigo não é suficiente para mudar o nosso rumo...escrevo- te!
Escrevo-te para te dizer quão  foram importantes os poucos momentos que estivemos juntos. Foram dos momentos mais marcantes na minha vida. Recordo os momentos que passamos juntos, e do jantar em minha casa à média luz que confeccionei para ti. Por isso escrevo para te dizer que ainda sinto o teu perfume, que ainda sinto o teu toque, que sinto o teu cabelo cobrindo o meu rosto, sinto que me procuras agora e que te descontraíste. Escrevo para mim também para me consolar e aceitar este destino..
Escrevo-te para te sentir, para dizer que não tenho medo de nada. para te dizer que és a única mulher que me conquistou na escuridão da cegueira naquela estação. Tenho saudade da estação de inverno,  da estação do comboio, da estação do medo, de todas as estações, do salão de chá, do jogo da sedução. São essas lembranças que me consome por dentro...
Escrevo-te para dizer a nós os dois as palavras que sabemos ouvir, descontraidamente indiferentes ao que se passou fora daquele nosso mundo. Somos perfeitos um para o outro, fomos feitos um para o outro, estamos cheios de nada e de tudo, somos nós os donos do nosso segredo do nosso amor, da nossa paixão e senhores dos beijos que trocamos. Lembras-te do teatro onde nos tornamos personagens mudos? Do palco, onde representamos a peça que nós próprios escrevemos? Lembras-te que nem sequer tivemos público para nos aplaudir!!!
Eu sei que te lembras e bem! Como podias ter esquecido disso? Essas coisas não se esquecem !!!... Escrevo-te para te dizer que tenho saudades tuas que sinto a tua falta e que te amo.
Juro-te que um dia vou-me casar contigo seja lá quando for. Só não tenho a certeza  de que serei  o homem perfeito como imaginas.
Mas tu serás a mulher perfeita para mim como já foste!!!


Aderito Barbosa in olhosemente

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"Eu não sou como muita gente: entusiasmada até à loucura no princípio das afeições e depois, passado um mês, completamente desinter...